BENFICA! BENFICA!
Mantive-me em silêncio editorial, propositadamente, durante estes dias.
A morte de um atleta, de um benfiquista, assim o exigia: Féher.
A dada altura, penso que se confundiu homenagem com morbidez especulativa, explorando com a dor as audiências. Não podia pactuar com tal.
Com o funeral do jovem avançado na sua terra natal, Hungria, pôs-se um ponto final na "história" - televisões e jornais vão agora concentrar as suas atenções noutros assuntos; é chegada a hora de eu abordar o assunto.
Foi triste, foi fulminante, foi em directo; era um jogador de futebol, do Benfica, da Hungria; jogou em várias equipas e em todas elas a opinião foi unânime: Féher reunia simpatias e amizades, não sendo quezilento ou caprichoso. São sempre os melhores que morrem.
Féher ficará para sempre ligado ao maior clube do Mundo: morreu com a águia ao peito. R.I.P.
PS - Não posso deixar de referir a atitude digna e nobre do Sporting Clube de Portugal em todo este processo: como diz um amigo meu... trata-se de um clube diferente. Ainda bem que assim é.

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home